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A cada 20 horas uma pessoa LGBT morre vítima da LGBTfobia no Brasil

14 de setembro de 2020

O observatório nacional da política LGBT ouviu o ano passado uma das lideranças ativistas mundiais mais influentes das populações LGBTI+, o antropólogo Luiz Mott. A Entrevista feita por Marcelo Natividade e Andrea Paixão foi publicada no Portal de notícias LGBT e revela dados alarmantes da violência contra LGBTs.
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Conforme dados levantados pelo relatório do LGBTcídio no Brasil, no ano de 2018, 420 LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) foram vítimas da LGBTfobia: 320 homicídios (76%) e 100 suicídios (24%). Enquanto nos Estados Unidos, com 330 milhões, foram 28 mortes de transexuais. No Brasil, com 208 milhões de habitantes, registraram-se 164 mortes: o risco de uma pessoa trans brasileira ser assassinada é 9 vezes maior do que as estadunidenses.
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Declarações feitas por Luiz Mott, antropólogo, historiador e pesquisador, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), a mais antiga e influente associação em defesa dos direitos civis LGBTs na América Latina.
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Acompanhe a entrevista completa do Portal do Observatório Nacional da Política LGBT que, além de debates com outros pesquisadores e ativistas, conta com uma reportagem-memorial sobre a ativista trans cearense Thina Rodrigues, falecida em junho por complicações da COVID-19.
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📌 Confira na íntegra em: observatoriolgbtof.wixsite.com/observatorio/post/luiz-mott.